Manual do Linux

Outubro 3, 2007

Como baixar vídeos do Youtube no Linux

Arquivado em: Tutoriais/Dicas — Dr. Hank @ 7:42 pm

Mais uma prova de que o Linux realmente faz qualquer coisa que você quiser.

Sabe aquele vídeo maneiro do Youtube? Não é necessário ficar entrando no site toda a hora para assistir. Basta baixar para o seu micro. Assim você pode editar o filme, ver em tela cheia de verdade, fazer uma compilação para gravar em um VCD ou apenas assistir sem precisar esperar a barrinha carregar. São inúmeras as vantagens de ter o arquivo salvo no HD.

Pois bem vamos começar: iremos usar o programa FLVGET do espanhol Pablo Chinea.

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>>> Instalação 

Dependências: você precisa ter esses pacotes instalados.

FFmpeg

# apt-get install ffmpeg (Ubuntu, Debian e derivados)
# urpmi ffmpeg (Mandriva)
# pacman -Sy ffmpeg (Arch)

E para o Slackware, baixe aqui.

Kommander

# apt-get install kdewebdev (Ubuntu, Debian e derivados)
# urpmi kdewebdev (Mandriva)
# pacman -Sy kdewebdev (Arch)

Para o Slackware: download

E por último o Konqueror, gerenciador de arquivos do KDE.

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Agora vamos instalar o FLVGET em si. Acesse a página (http://www.kde-apps.org/content/show.php?content=33973) e vá descendo até chegar ao link de download.

Lá existem três pacotes, um source para todas as distros, um .deb para Debian e derivados
e um .tgz para Slackware. Escolha o que mais convém. Irei dar continuidade falando sobre
o source.

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Após baixar o arquivo vamos descompactar:

tar -vxjpf 33973-flvget-1.4.tar.bz

Pronto está instalado! =P

Acesse a pasta:

cd flvget-1.4 

E execute:

kmdr-executor flvget.kmdr 

OBS: Para não precisar ficar fazendo isso toda hora, crie um ícone na área de trabalho
parecido com este:

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>>> Usando o programa 

O programa é simples de mexer. No campo URL você deve colocar o endereço do vídeo.

No ”Conver file format to…” selecione na lista se você quer que o vídeo seja salvo como DivX, Xvid, MPEG, Quicktime, para MP4 ou PSP. Ainda se preferir deixe essa opção
desmarcada para salvar como FVL.

Depois de tudo certo é só clicar no botão Start para baixar o vídeo!

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Dica: vídeo salvos no formato FLV tendem ser bem menores que um DivX por exemplo. (Menos da metade do tamanho) Eles podem ser um opção, já que o Mplayer o
reproduz sem qualquer problema.

Outubro 2, 2007

Need a Pentium II Processor?

Arquivado em: Vídeo — Dr. Hank @ 8:59 pm

Tecnologia é uma coisa que evolui muito rápido. Dizem que entre o percuso da loja até sua casa a máquina já está ultrapassada. Exageros a parte, esses dois comerciais da Intel rendem uma situação hilária (e porque não irônica?) devido a sua idade.

So… Need a Pentium II Processor? =)

Mudança de liderança no Arch Linux

Arquivado em: Notícias — Dr. Hank @ 8:37 pm

Descobri ao acaso, acessando o site do Arch Linux (http:/www.archlinux.org) que o então criador e líder do projeto Judd Vinet abandonou o comando e passou a responsabilidade para Aaron Griffin outro grande contribuidor.

Não creio que essa mudança vai revolucionar de alguma maneira a distro, devemos continuar nos mesmos trilhos, crescendo cada vez mais assim espero! =)

Transcrevendo parte do comunicado de Vinet:

“A razão para isso é que não tenho mais tempo para me dedicar a liderança de um
projeto do tamanho do Arch Linux, e o Arch merece alguém que o faça.” 

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Para quem não conhece o Arch Linux é uma distribuição baseada no Crux que vem se
tornando cada vez mais popular. (Eu sou um usuário =P)
Ela assim como o Slackware possui uma filosofia KISS, mas não é complicada de lidar.

Possui um dos melhores gerenciadores de pacotes da atualidade, o pacman, que permite
instalar, desinstalar, atualizar, gerenciar programas facilmente.

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Outubro 1, 2007

Atualização do Flash Player 9

Arquivado em: Notícias — Dr. Hank @ 1:59 pm

Flash Player for Linux

A Adobe lançou hoje uma atualização para o Flash Player Linux/Win/Mac.

Do site oficial da Adobe Labs:

“Flash Player 9 Update 3 contém vários novos recursos:

  • Suporte para o H.264 video e HE-AAC audio codecs
  • Renderização mais rápida em CPU’s de vários núcleos (Core 2 Duo, Athlon X2)
  • Suporte para o modo tela cheia no Linux
  • Muitos bugs corrigidos

Link para download do tar.gz. (Para instalar basta descompactar e ./flashplayer-installer)

Ou aguarde o lançamento em poucas horas no repositório oficial da sua distro (instalando através do apt-get, pacman, urpmi e outros).

Setembro 30, 2007

Novo e reformulado…

Arquivado em: Anúncio — Dr. Hank @ 7:24 pm

Antes de tudo quero pedir desculpas a todos os leitores em nome da staff do “Manual do Linux” pelo grande tempo sem atualizações e respostas.

Infelizmente não tivemos tempo nem disponibilidade técnica para postar no blog durante este período.

Mas vamos as boas, agora estamos definitivamente atualizando o blog e reformulando todo o site.

Agradecemos por visitar, vocês fazem o site. Continuem acessando, agora é para valer!

Obrigado.

Agosto 24, 2007

SCO enfim derrotada na justiça. Linux deslancha?

Arquivado em: Notícias — Dr. Hank @ 11:05 am

SCO Linux

As coisas estão feias para a SCO: Após perder na justiça o processo com o qual tentava provar que era dona do código fonte do Unix, a empresa de Utah pode ir à falência por conta do rombo no orçamento usado para pagar as despesas judiciais.

Agora com o Linux absolvido das acusações de “pirataria”, o sistema operacional pode deslanchar sem o fantasma de processos por parte da SCO. Usuários antes receosos agora pode aproveitar de consciência tranqüila.
Fonte: Yahoo! Notícias

Agosto 15, 2007

Artigo: Repositórios Debian vs Repositórios Ubuntu

Arquivado em: Artigo — PabloVieira @ 9:53 pm

Atenção: Este texto também está disponível em http://www.guiadohardware.net/artigos/repositorios-debian-ubuntu/

Introdução

Antigamente não havia muita escolha. Os desenvolvedores baseavam suas distribuições em Debian e utilizavam os repositórios oficiais. Havia a adição de alguns repositórios não-oficiais(como o debian-multimedia) e repositórios próprios para certos programas, mas todos sempre compatíveis com o Debian. Uma ou outra distiribuição utilizava pacotes próprios, como o Kanotix(conhecido pelos patches do kernel desenvolvidos pelo Kano), mas no geral isso era uma exceção, e nem todos os pacotes eram realmente próprios.

Mesmo o Ubuntu, em versões anteriores à 6.06, utilizava uma base de pacotes muito semelhante à do Debian. É possível provar isso acompanhando tutoriais da época, que de vez em quando recomendavam a adição de repositórios do Debian Sid(eterno Unstable, base do Ubuntu) no sources.list para a instalação de um pacote ou outro ainda incontido nos repositórios Ubuntu.

A partir do Ubuntu 6.06 LTS essa situação mudou de figura. O Ubuntu começava a ficar realmente bom, e seus repositórios cresceram e se tornaram já incompatíveis com os do Debian. Os pacotes começaram a ser atualizados com uma frequência um pouco superior aos do Debian Testing(Etch na época) e alguns programas úteis para Desktop estavam disponíveis, como joguinhos e coisas do tipo.

A migração para repositórios do Ubuntu

Usar os repositórios do Ubuntu 6.06 LTS parecia o sonho de qualquer desenvolvedor de distribuições Desktop baseadas em Debian. Colocá-lo em prática seria trabalhoso, mas muitos se lançaram ao desafio.

Foram algumas semanas de trabalho intenso, apenas reconstruindo todo o sistema, desde sua base. Enfim, estava pronto. E parecia ter valido à pena.

Usuários ativos e experientes aprovavam a migração em seus recados aos desenvolvedores, e tudo parecia ir bem. Até que cerca de sete meses e meio depois…

A distribuição entrava em crise. O desenvolvimento da versão nova estava no começo, e os pacotes da versão 6.06 já não recebiam atualizações como antigamente. Tal versão do Ubuntu já não recebia suporte crescente, pois era uma versão de suporte longo, que apenas receberia grandes atualizações de segurança. A única solução seria acelerar o desenvolvimento da nova versão e baseá-la na versão mais recente do Ubuntu.

Enquanto isso, nos repositórios Debian…

Mesmo com a febre “vamos utilizar repositórios Ubuntu!”, muitas distribuições mantiveram-se fiéis à base Debian. Alguns programas legais acabaram faltando, mas era o preço a se pagar por manter a tradição. Até porque alguns pacotes poderiam ser conseguidos através de scripts que baixassem o pacote do site oficial.

A principal diferença do Debian para o Ubuntu é que o Debian dá muito mais tempo de suporte em suas versões. A versão passa do Testing em mais ou menos um ano e meio para o Stable, depois para o Oldstable em mais ou menos o mesmo período, e continua recebendo atualizações; Obivamente que as atualizações do Oldstable são realmente raras, mas os desenvolvedores de distribuições baseadas em Debian continuam tendo bom suporte e atualizações por bastante tempo.

Muitos questionam sobre as atualizações de pacotes quando a distribuição passa a ser Stable. É bem verdade que uma versão Stable ultrapassada como o Sarge trazia problemas aos desenvolvedores Desktop. O Sarge já completava seus dois anos e meio, e os pacotes começaram a ficar muito desatualizados quando ele completou cerca de um ano e meio de vida. Isso é verdade; ocorre quando se utiliza uma versão Stable que já tem mais de um ano e meio de vida.

Conclusão

O Ubuntu apresenta a vantagem de ter os pacotes bastante atualizados em seu tempo de vida útil; e conter muitos pacotes úteis ao Desktop que não estão presentes no Debian.

Após algum tempo do lançamento de uma nova versão do Ubuntu, a versão anterior passa a receber cada vez menos atualizações, e isso começa a incomodar os desenvolvedores de filhos do Ubuntu. A única solução para esse problema é sincronizar o tempo de lançamento de versões novas da distribuição com as do Ubuntu, levando em conta uma margem de dois meses (para mais).

Os repositórios Debian apresentam a vantagem de terem um tempo de vida útil muito maior que os do Ubuntu, e de possuirem repositórios para todos os gostos(Stable, Testing, Unstable).

A desvantagem dos repositórios Debian é que o meio mais seguro (Stable) começa a ficar desatualizado após certo tempo de release. A solução para isso pode ser manter os pacotes desatualizados(mas tendo a certeza de que funcionam) ou desenvolver/migrar a distribuição para os repositórios Testing, que têm um custo/benefício de atualização vs instabilidade ideal a usuários domésticos.


E você, caro desenvolvedor: qual a sua escolha?

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Agosto 7, 2007

Dica: Crystal Project tema de ícones para o KDE

Arquivado em: Tutoriais/Dicas — Dr. Hank @ 6:52 pm

Para a galera que sua o KDE: recentemente no ForumGdH vi um screenshot de um usuário, o Hugo, que usava um tema de ícones realmente bonito.

Embora muito bem cotado, nunca havia percebido este projeto no KDE-Look.org.

Mais previews:

http://everaldo.com/crystal/?action=preview

Download:

http://everaldo.com/crystal/?action=downloads 

Página do autor:

http://everaldo.com/cryst

Para instalar o tema apenas vá ao Centro de Controle do KDE >> Aparência e Temas >> Ícones >> Instalar novo tema…

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