Manual do Linux

Junho 13, 2007

Programas GTK no KDE: Melhore o visual!

Arquivado em: Tutoriais/Dicas — Dr. Hank @ 6:59 pm

Todo usuário do KDE já deve ter percebido que os aplicativos do Gnome e Xfce como GIMP, Pidgin, Thunderbird tem um visual, hmmm… Digamos estranho.

Veja o Firefox por exemplo:

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Para resolver esse problema usaremos o gtk-qt-engine. Esse pequeno aplicativo permite que um aplicativo GTK use um
tema Qt (próprio do KDE).

Como diz no site do autor: esse plugin possibilita unificar o visual do seu sistema. Nada de programa que parecem que herdaram o tema do Win98. =)

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>>> Instalando

O pacote do gtk-qt-engine se encontra nos repositórios da principais distros.

Para instalar no Debian, Ubuntu, Kurumin ou derivados:

# apt-get install gtk-qt-engine

Se você usa o Mandriva:

# urpmi gtk-qt-engine

Caso sua distro seja o Fedora:

# yum install gtk-qt-engine

E finalmente se você usa o Arch:

# pacman -Sy gtk-qt-engine

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PS: O pacote para Slackware pode ser encontrado aqui.

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Caso queira utilizar o source:
http://gtk-qt.ecs.soton.ac.uk/files/0.7/gtk-qt-engine-0.7.tar.bz2

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>>> Usando o programa

Acesse o Centro de Controle do KDE e nas opções “Aparência e temas” você encontrará um novo item:

É só marcar a primeira opção:

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OK, agora é só curtir seus “novos” programas. Ah, lembra-se do Firefox que postei lá no ínicio do tópico? Aqui está ele usando o tema FutureTech Orange do KDE:

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Maio 12, 2007

Dica: Otimizando seus programas (Compilação - básico)

Arquivado em: Tutoriais/Dicas — Dr. Hank @ 7:21 pm

>>> Introdução

Nínguem pode negar que os nossos queridos pacotes deb, rpm, tgz são uma mão na roda: extremamente práticos. Mas toda essa facilidade tem um preço.

Esses programas pré-compilados costumam ser gerais: são feitos para rodar em todos computadores, desde de 486 até os Core 2 Duo. Com isso perdemos desempenho, as coisas poderiam ser muito mais rápidas se o aplicativo fosse otimizado especialmente para o seu processador.

E é isso que vamos fazer: compilar o software exclusivamente para sua máquina e o desempenho ganho com isto é impressionante.

Muitos usuários não conhecem esse simples macete. As vezes por ter medo de compilar ou até mesmo por puro desconhecimento.

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>>> Compilando

Suponho que você saiba qual é o seu processador, mas em todo caso com o seguinte comando teremos o modelo do mesmo:

# cat /proc/cpuinfo

vendor_id : AuthenticAMD
cpu family : 15
model : 47
model name : AMD Athlon(tm) 64 Processor 3500+
stepping : 2
cpu MHz : 2211.364
cache size : 512 KB

No exemplo temos um Athlon 64. Bom vamos lá pegue o source (código fonte) do programa que você quiser compilar. Eles são facilmente encontrados na página do desenvolvedor.

Descompacte e entre na pasta:

$ tar -vxjpf pidgin-2.0.tar.bz2

$ cd pidgin-2.0

Agora sim iremos otimizar. Passaremos os seguintes comandos para o nosso arquivo configure, que por sua vez, irá trasmitir para os compiladores.

No Athlon 64 do exemplo usaremos os seguintes valores:

$ CHOST=”i686-pc-linux-gnu”
$ CFLAGS=”-march=k8 -O2 -pipe -fomit-frame-pointer”
$ CXXFLAGS=”${CFLAGS}”
$ export CFLAGS CXXFLAGS CHOST

Para descobrir quais são as variáveis do seu processador visite:
http://gentoo-wiki.com/Safe_Cflags

Vamos dar mais um exemplo. Se for um Pentium III as variáveis seriam:

$ CHOST=”i686-pc-linux-gnu”
$ CFLAGS=”-march=pentium3 -O2 -pipe -fomit-frame-pointer”
$ CXXFLAGS=”${CFLAGS}”
$ export CFLAGS CXXFLAGS CHOST

E assim por diante, é só procurar o seu processador na página que indiquei acima. Muito simples. =)

Pronto, aí é só compilar.

$ ./configure
$ make
# make install

O desempenho, como já disse anteriormente, é espetacular. Por exemplo, para realizar o ./configure sem a otimização levaram-se 9 segundos. Já usando o macete foi concluído em 4 segundos. =0

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>>> Considerações finais

Após descobrir essa manha eu raramente uso meu swaret ou apt-get. O ganho tanto na execução como na consumo de memória vale, e muito, a pena.

Ressaltando que um programa compilado para Athlon 64 não rodará em um
Pentium 4.

Finalizando, podemos conseguir ainda mais desempenho mudando a seguinte variável:

$ CFLAGS=”-march=k8 -O2 -pipe -fomit-frame-pointer”

Se colocarmos -O3 ficará mais rápido ainda. Mas isso pode causar instabilidade e alguns aplicativos não suportam o nível 3. Portanto use por sua conta e risco. ;)

>>> Observação final

Muita gente caiu em cima de mim e da página do Gentoo: “Como é que pode o Core 2 Duo usar a cflag prescott se ele não tem nada haver com essa arquitetura?”

Bom, essa cflag foi indicada pela própria Intel provisoriamente. O novo GCC 4 que está em fase de testes, deverá incluir uma nova flag exclusiva para o C2D.

Maio 11, 2007

Dica: Quod Libet - Ouça suas músicas, organize-as e edite suas tags de manira prática e eficiente

Arquivado em: Tutoriais/Dicas — PabloVieira @ 7:24 pm

Venho, nesta dica, mostar o Quod Libet, um player de música de fácil manuseio e com uma capacidade inigualável para organizar coleções. Ele possui integração com o ExFalso(editor de IDTags de músicas da mesma equipe do Quod Libet), o que lhe permite fazer edição das IDTags suas músicas de maneira rápida. É escrito em Python com a biblioteca GTk+ e se baseia em expressões regulares para organizar a biblioteca, o que o torna bem ágil.

Você pode visitar a homepage do Quod Libet em http://www.sacredchao.net/quodlibet.

“Cansado de players que acham que sabem organizar suas músicas para você? As outras bibliotecas morrem após meras 10000 músicas? Ou você simplesmente pensa “Oh cara, eu poderia apenas dar um grep nas minhas músicas”? Ou você só procura algo que possa etiquetar suas músicas?” Este é, com uma tradução mediana, o slogan do Quod Libet. E ele faz jus a isso.

Instalando

No Debian e derivados:
apt-get install quodlibet quodlibet-plugins

No Ubuntu:
apt-get install quodlibet(os plugins vêm incluídos por padrão).

No ArchLinux:
pacman -Sy quodlibet(os plugins não vêm por padrão, logo vamos aprender a baixá-los e instalá-los manualmente)

Ou baixe seu próprio pacote em: http://www.sacredchao.net/quodlibet/wiki/Download
PS: Se você souber como fazer a instalação em outras distribuições por favor avise para que eu possa incluir na dica ;-).

Primeira visão:

O Quod Libet parece um player comum a olho nu. Mas vamos ver como habilitar mais funções em seu visual.

Primeira coisa, para melhorar a usabilidade. Vá em Ver -> Navegador.

Adicionando músicas e ouvindo:

Agora temos um âmbito do poder do bichano :).”Mas cadê as minhas músicas?” - Você deve estar se perguntando. Calma, calma. Vamos em música -> Adicionar uma Pasta. No meu caso, selecionei a pasta /home/PabloVieira/musica. O Quod Libet é bem rápido para organizar coleções. Aqui demorou menos de 12 segundos.

Vamos começar a tocar? Basta clicar sobre um dos artistas e álbums e começar a ouvir seu som ;) Você pode selecionar opções no combo-box escrito “Ordenar” e pode selecionar o Repeat na caixa “Repetir”.

Organizando playlists, editando as tags da música e vendo letras

Tudo muito bom, tudo muito bem. Você já organizou sua coleção de forma muito inteligente e já ouviu suas músicas. Hora de explorarmos mais o Quod Libet =D.

Organizando playlists

Vamos agora organizar uma lista de reprodução (playlist personalizada). Vá em Ver -> Lista de Reprodução.

Agora que você tem o painel de playlists, basta ficar segurando e arrastando até montar uma de seu gosto.

Modos de visualização diferentes

Vamos agora explorar alguns dos modos de visualização do Quod Libet.

O primeiro a ser mostrado é o navegador de álbuns. É um painel que permite navegar apenas entre os álbuns dos artistas.
Vá em Ver > Lista de Álbuns.

Que tal apenas navegar pelos seus arquivos e pastas para achar músicas sem precisar adicioná-las à coleção? Vá em Ver -> Sistema de Arquivos.

Instalando plugins

Aproveite essa parte se você ainda não tem nenhum plugin instalado no Quod Libet. Para baixá-los é necessário o pacote subversion:

apt-get install subversion(Debian e Ubuntu)

pacman -Sy subversion(ArchLinux)

Execute os seguintes comandos:

svn co http://svn.sacredchao.net/svn/quodlibet/trunk/plugins - baixamos os plugins via subversion

Agora vamos mover os plugins para a pasta certa: mv plugins/ ~/.quodlibet/

Para ver os plugins, vá em Música -> Plugins.

Pode fuçar à vontade. Alguns plugins muito interessantes são:

  • Tray Icon - cria um ícone do QuodLibet na bandeja
  • Search Album in Wikipedia e Search Artist in Wikipedia - busca dados do artista e do álbum na Wikipédia
  • Picture Saver - Salva a capa dos álbuns na pasta selecionada.
  • Burn CD - Queimar CDs com o K3B
  • Alarm Clock - Este é bem engraçado. Você programa um horário, e, se o computador estiver ligado a esta hora, o Quod Libet te acorda com uma música barulhenta =O

Vendo as informações da música e visualizando letras

Este é um recurso muito útil. Num único painel, podemos ver todas as informações possíveis sobre a música que estiverem disponíveis, como álbum, número da faixa, Artista, Compositor, ano caminho da música, tamanho, bitrate e etc. Veremos como editar esses dados mais tarde. Também é possível ver letras de músicas através deste mesmo painel.

Vá em Controle -> Informação. Na primeira aba você verá toda a informação da música. Clique na aba “Letras” para ver a letra da música. Caso ela não seja encontrada, clique em Baixar.


Editando as tags da música

Este é um dos mais interessantes recursos do Quod Libet. Você tem total integração com o player para editar as informações da música, como Álbum, Artista, Título, Ano, Parte e etc. Vá em Controle -> Editar Tags.


Para adicionar uma informação, clique em Adicionar.

Coloque o nome da Tag (cada Tag possui um nome) e seu valor. Você pode ver todos os nomes de tags clicando na setinha ao lado do campo Nome.
Para editar uma das tags, clique duas vezes sobre o valor. A caixa abrirá para edição. Sinta-se à vontade ;).

É isso aí. Agora você conhece o maravilhoso Quod Libet de cabo a rabo. Agora pode tirar o máximo proveito de todas as suas músicas!

Esperam que tenham gostado. Abraços e até a próxima!

Autor - Pablo Vieira/StJimmy2k (eu kkkk)

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Maio 2, 2007

Dica: conectando-se ao Google Talk no Linux

Arquivado em: Tutoriais/Dicas — PabloVieira @ 9:21 pm

O Google Talk é um programa de mensagens instantâneas que vem se popularizando entre os usuários da Internet, principalmente aqueles que participam do Orkut. Mas não há um cliente oficial para o GNU/Linux. O que poucos sabem é que na verdade o Google Talk é um servidor Jabber, um protocolo gratuito e opensource de mensagens instantâneas, o que faz do Google Talk compatível com vários dos clientes de mensagem instantânea populares do Linux. Vamos ver, neste tutorial, como conectar-se ao Google Talk em diversos clientes para o Pingüim.

Começarei abordando os clientes mais comuns para Linux, o Pidgin(antigo Gaim) e o Kopete. Depois mostrarei um cliente Jabber muito poderoso e eficiente, o Gajim.

O Gaim (chamado de Pidgin na nova versão 2.0) é, nos dias atuais, um mensageiro muito popular. É tido praticamente como o mensageiro padrão do Gnome :-). Se você é usuário do Pidgin/Gaim esta parte é para você.

Abra o Pidgin/Gaim e vá ao Menu Contas(Accounts) -> Adicionar/Editar(Add/Edit).

Clique em Adicionar(Add). Em Protocolo, selecione Jabber.
Em Nome de usuário, coloque o seu nome de usuário do Gmail, sem o @gmail.com.
Em Servidor, coloque gmail.com.
No campo Recurso, coloque Gaim.
Vá até a aba Avançado.
Em Porta de Conexão, coloque 5222.
Preencha Servidor de conexão com talk.google.com
Finalmente, clique em Registrar.

Agora basta habilitar a conta e curtir as mensagens com seus contatos.

O Kopete é parte integrante do ambiente KDE. É praticamente padrão entre os KDE-users. Esta parte do tutorial foi feita por Júlio César Bessa Monqueiro, em dica anterior ao Guia do Hardware.net,e os créditos da mesma são todos para ele ;)
http://www.guiadohardware.net/dicas/google-talk-kopete.html

Agora sim, vamos à parte gráfica: de Kopete aberto, clique em Configurações > Configurar…

Na nova tela, clique em Novo…, e na nova tela que aparecer, selecione “Jabber”.

Avance, e na próxima tela adicione as informações do seu email, como login, com @gmail.com e senha.

Vá até a próxima aba, Conexão. Essa é a parte fundamental da dica, para a sua conexão com os servidores do Google. Marque as três primeiras opções, “Usar criptografia do protocolo (SSL)”, “Permitir senha de autenticação em segundo plano” e “Sobrepor informações padrão do servidor”. No campo abaixo, coloque “talk.google.com”, e em “Porta”, 5222 ou outra que deseje.Finalmente dê OK.

Pronto! Seu Kopete está pronto para conectar-se à rede Jabber do Google Talk, sem sofrimentos. Divirta-se!

O Gajim é um cliente de mensagens instantâneas exclusivo para o protocolo do Jabber, e isso faz com que ele possua suporte a vários recursos que o Jabber provê, como discos virtuais e gateway de protocolo. Mesmo o Gajim possui ótimos recursos, como criptografia SSL e suporte a mensagens do DBus É um cliente relativamente popular, a ponto de estar disponível nos gerenciadores de pacotes de praticamente todas as distribuições Linux atuais.

Para aqueles que não conhecem o Gajim, podem visitar http://www.gajim.org

Vamos começar. Abra o Gajim. Se esta for a primeira vez que o executa, o assistente para configuração de conta será aberto automaticamente. Caso não seja, siga os primeiros passos.

Vá em Editar -> Contas.Clique em Novo

Na próxima tela, marque o campo Eu já tenho uma conta e quero usa-la.
Clique em Avançar.

No caso do Gajim, não é necessário especificar endereços de servidores de conexão ou portas. O cliente já possui uma boa compatibilidade com o Google Talk.
Em Nome de usuário, preencha apenas o seu login, sem @gmail.com.
Em Servidor, coloque gmail.com.

Pronto! A configuração no Gajim é mais simples e eficiente. Agora você pode bater seus papos o quanto quiser.

É isso aí pessoal. Agora você pode conectar-se ao Google Talk e conversar com seus amigos das mais diferentes maneiras. Ótimo ter liberdade de escolha, não!

[]’s!

StJimmy2k!

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[Dica] : Overclock em placas de vídeo no Linux >>> Nvidia e ATI

Arquivado em: Tutoriais/Dicas — Dr. Hank @ 8:57 pm

Uma das coisas que mais sentia falta no começo da minha migração para o Linux, há muito tempo, era de aplicativos para overclock.

E como o pingüim nunca fica atrás, hoje já temos programas para esse fim tanto para Nvidia como para ATI.

Esses pequenos programinhas tem a utilidade de ajustar a frequência da GPU e das memórias da sua placa de vídeo, aumentando o desempenho.

CUIDADO: Frequências altíssimas podem danificar seu hardware. Vá aumentando aos poucos não jogue tudo no último. Recomenda-se um bom cooler para refrigeração.
Eu não me responsabilizo por nada, aja com prudência.

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Requesitos: É necessário ter os driver da sua placa de vídeo devidamente instalados.

ATI: http://ati.amd.com/support/driver.html
Nvidia: http://www.nvidia.com.br/object/linux_br.html

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Nvidia Overclock - Nvclock

Excelente programa do LinuxHardware.org. Suporta praticamente todas placas da Nvida até as novas GeForce 8800.

Possuem, além do overclock, funções avançadas como controle de pippeline, monitoramento de temperatura, rotação do cooler.

Trabalha no modo texto e possuem interfaces em GTK e Qt.

>>> Instalação

Clique aqui [http://www.linuxhardware.org/nvclock/nvclock0.8b2.tar.gz] para baixar a última versão (0.8 beta 2) do Nvclock.

Para instalar é simples. Basta descompactar:

$ tar -vzxf nvclock0.8b2.tar.gz

Acessar a pasta:

$ cd nvclock0.8b2

E compilar na seguinte ordem:

$ ./configure

$ sh autogen.sh

$ make

# make install

>>> O overclock

No modo texto com o seguinte comando:

$ nvclock -c 1 -m 160 -n 230

Onde -c indica o número da sua placa no sistema. Normalmente 1.

-m é o clock da memória

-n é o clock da GPU

OBS: Substitua o 160 e 230 pelo número que desejar, isto é apenas um exemplo.

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No modo gráfico abra o nvclock com o comando:

Caso esteja usando o Gnome, Xfce, Fluxbox: nvclock_gtk
Caso esteja usando o KDE: nvclock_qt

É só acessar a opção “Overclocking” do lado esquerdo, ajustar o clock e clicar em “Change Speeds” como na imagem abaixo:

Aproveite e veja as outras opções, tem bastante coisa interessante. =)

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ATI Overclock - RadeonOverclock

O programa que usamos é o Rovclock ou RadeonOverclock. Ele suporta todas ATI R100 e superiores. Eu testei em uma Radeon 9500 e funcionou perfeitamente.

>>> Instalação

Clique aqui para baixar [http://freshmeat.net/redir/rovclock/58437/url_bz2/rovclock-0.6e.tar.bz2] o Rovclock 0.6e.

A compilação é a padrão:

$ ./configure

$ make

# make install

>>> O Overclock

Primeiramente de o comando:

# rovclock -i

Ele ira mostrar uma série de informações sobre a placa, e no final o clock atual da GPU e das memórias como mostrado abaixo:

Radeon overclock 0.6e by Hasw (hasw@hasw.net)

Found ATI card on 01:00, device id: 0×4153
I/O base address: 0xc000
Video BIOS shadow found @ 0xc0000
Reference clock from BIOS: 27.0 MHz
Memory size: 131072 kB
Memory channels: 1, CD,CH only: 0
tRcdRD: 4
tRcdWR: 2
tRP: 4
tRAS: 8
tRRD: 3
tR2W-CL: 3
tWR: 3
tW2R: 2
tW2Rsb: 1
tR2R: 2
tRFC: 14
tWL(0.5): 2
tCAS: 3
tCMD: 0
tSTR: 1
XTAL: 27.0 MHz, RefDiv: 12

Core: 249.75 MHz, Mem: 195.75 MHz

OK, agora podemos realizar o overclock:

# rovclock -c 290 -m 230

Onde -c e o clock da GPU e -m o das memórias

OBS: Substitua o 290 e 230 pelo número que desejar, isto é apenas um exemplo.

Agora de o comando rvclock -i novamente para ver se está tudo certo.

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>>> Depois do overclock…

Você pode usar o glxgears para efeito de benchmark. Verifique os FPS antes e depois do overclock. Veja se subiram bastante ou não.

Use algum jogo, como Cube, Quake III, analize o antes e depois.

O overclock irá melhorar o desempenho gráfico no geral, seja ele nos jogos, no desktop (XGL, Beryl)…

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>>> Finalizando

Obrigado a todos que se interessaram. Leiam, comente aqui, postem suas experiências.

Podem divulgar, plubicar, é só manter os créditos. ;)

Autor: Dr. Hank (eu =P )

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